eis que o amante transversal suas roupas arrancava nu ficava a amar-se em meio ao milharal por que arfava por que cantava a si mesmo num latido salarial quem lá o via ébrio porque gritava talvez se esquecesse da vidinha semanal imponente oráculo do enfado que marchava e que tolhia qualquer novo ímpeto seminal talvez se esquecesse da vidinha que trepava por sobre as cercas das ideias num arroubo visceral dominada por um santo que lhe urrava quem lá o via ébrio pensava em carnaval um espetáculo de luzes interiores que brindava a uma vida semiaberta a portugal de um louco aparente que penava é que vêm as belas ideias como um coral de multicolor anima que de ser brincava de um aparente louco terminal sai a redenção