das dores da consciência
depois do não-pensar e do tudo abreviar
eu desenho uma bela reticência
às vezes eu até penso em ser um radar
mas me escapa me foge a onisciência
e por fim me vejo atado ao eterno-errar
talvez o maior problema seja a impotência
do ser do tremer do rir do vestir do mastigar
a fim de inquietar-me toda a velha malemolência
do ser do tremer do rir do vestir do mastigar
eu desenho uma bela reticência
e por fim me vejo atado ao eterno-errar
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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Um comentário:
Te tenho na last.fm e gostei do seu blog. hauhauhau
abraço
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